Cobrados quase 260 milhões sobre património escondido fora do país
Cerca de 3,4 mil milhões de euros foram declarados entre Janeiro e Julho.
O Estado cobrou 258,4 milhões de euros de impostos sobre património ilegalmente colocado fora do país e que os contribuintes agora declararam, ao abrigo da 3ª edição do Regime Excepcional de Regularização Tributária.Segundo um comunicado do gabinete do ministro das Finanças, Vitor Gaspar, este montante supera em mais de 200% os cerca de 83 milhões recolhidos na 2ª edição.Em causa estão valores patrimoniais de 3,4 mil milhões de euros, colocados em paraísos fiscais e que os contribuintes declararam entre 1 de Janeiro e 13 de Julho. Pagaram uma taxa de 7,5% ou seja, 50% mais elevada do que a aplicada na 2ª edição deste regime excepcional. Em contrapartida, o Estado garante que não serão responsabilizados criminalmente nem verão as suas identidades reveladas. Nas duas primeiras edições de regularização o Estado captou um total de 126,2 milhões euros, montante que agora mais que duplicou.




