Jogadores estrangeiros levaram moda do mergulho para Inglaterra

O avançado norueguês Tore Andre Flo, que representou o Chelsea, culpa os jogadores estrangeiros pelo aumento das simulações na Premier League.

A discussão do momento no futebol inglês tem a ver com a proliferação das tentativas de enganar o árbitro, com os clássicos “saltos para a piscina”. As simulações, principalmente dos avançados, têm gerado grande controvérsia. Após o jogo com o Liverpool, Michael Owen, dianteiro do Stoke City, responsabilizou os jogadores estrangeiros pelo aumento das simulações na Premier League.

Em causa, os mergulhos de Luís Suarez. O uruguaio recebeu ainda críticas do treinador do Stoke, Tony Puliss que não escondeu irritação pela facilidade com que o jogador do Liverpool caía no relvado.

Tore Andre Flo, avançado norueguês que passou pelo Chelsea, concorda com Owen e Puliss. Em declarações è Reuters, Flo defende que “simular faltas não faz parte da cultura britânica”, explicando o aumento dos casos na Premier League se deve “a jogadores de outros países. Há ingleses que também caem facilmente, mas a prática é mais frequente nos estrangeiros”.

Apesar de tudo, Flo sublinha que “a Premier League ainda é aquela em que há menos mergulhos”. Tore Andre Flo esteve três temporadas no Chelsea, entre 1997 e 2000. O internacional norueguês transferiu-se, então, para o Rangers. Representou ainda Sunderland, Siena, Valerenga, Leeds, MK Dons e aos 39 anos representa o Sogndal, do seu país.

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