Líder de Lisboa quer rebeldes fora do PSD
O líder do PSD/Lisboa acha que quem no partido não aceita “decisões democráticas” e se considera “acima de tudo”, avançando contra o partido ou dando apoio a outras candidaturas deve sair de um PSD que “já não é deles” e continuar o “caminho por fora”.
“Têm egos verdadeiramente desmesuradas, maiores do que a própria vida, e que acham que estão acima de tudo, inclusivamente do processo democrático”, afirmou o líder do PSD/Lisboa, citado pelo DN, dirigindo-se, nomeadamente, a Marco Almeida, vice-presidente de Fernando Seara, que se candidatou contra o escolhido pelo PSD, Pedro Pinto.
Assim, se havia já hostilidades entre o PSD e as diversas candidaturas independentes de militantes sociais-democratas, Miguel Pinto Luz, presidente da maior distrital do País, ainda lançou mais achas para a fogueira.
As normas do PSD prevêem penalizações aos sociais-democratas que apoiem candidaturas que façam frente às do partido. Assim sendo, históricos do PSD como António Capucho, Miguel Veiga, Valente de Oliveira ou Arlindo Cunha, podem sofrer ‘castigos’ por apoiarem adversários das candidaturas oficiais do partido.
Para estas, o líder da distrital do PSD de Lisboa avisa: “Agora não venham pedir congressos ou novas lideranças. Nem para discutir as ideias do PSD. Saíram… o partido já não é deles”.




