Pinto da Costa: “A quem vier a seguir basta não estragar o que está bem feito”

Pinto-da-CostaPela ocasião da passagem sobre o 120º aniversário do FC Porto, o presidente do s ‘dragões’, Jorge Nuno Pinto da Costa, protagoniza, este sábado, uma entrevista ao Jornal de Notícias. Sobre a sucessão no cargo que ocupa há mais de três décadas comenta apenas: “Não estraguem o que está bem feito”.

É, provavelmente, o mais emblemático dirigente desportivo do País. Aos 75 anos, e há mais de 30 à frente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa assinala, em entrevista ao Jornal de Notícias, que “a quem vier a seguir basta não estragar”, reportando-se ao futuro sucessor na presidência do clube.

“A única recomendação que farei, na altura, é que não estraguem o que está bem feito”, reforça o líder dos ‘dragões’. E o que acontecerá após terminar o seu último mandato? “Direi tudo sobre o ‘Apito Dourado’”, promete o responsável, adiantando que escreverá um livro sobre o controverso caso.

Escusando-se a avançar com uma data para abandonar funções, uma vez que não faz “futurologia”, o presidente dos portistas lembra que “há pouco mais de um ano pensava que ia deixar de estar vivo. Deus assim não quis”, sublinha.

Por outro lado, questionado sobre se reage sempre a críticas com boa disposição, Pinto da Costa responde: “Mal de nós quando não tivermos inimigos. E daqueles de estimação. E mal deles quando deixar o FC Porto, porque há gente nos jornais que não sabe escrever mais nada a não ser sobre mim”.

Acerca de casos polémicos que mancham o futebol nacional, o dirigente considera que “os responsáveis não são os árbitros”, mas antes “quem os nomeia”.

Já no que diz respeito ao onze azul e branco, Pinto da Costa é peremptório: “Quero mais da equipa, agora e sempre”.

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