Primeiro-ministro admite estar a pedir aos portugueses “um nível de sacrifício muito elevado”

O primeiro-ministro quis deixar “uma palavra de compreensão” aos portugueses, sublinhando ter consciência de que está a pedir às pessoas “um nível de sacrifício muito elevado”.

Questionado sobre as manifestações agendadas para hoje à tarde, Passos Coelho, que visitou a Feira da Golegã com a ministra da Agricultura, Assunção Cristas, afirmou ser natural que as pessoas se possam manifestar, compreendendo que os portugueses “se questionem como foi possível chegar aqui”.

Passos Coelho reconheceu o direito de as pessoas se manifestarem, deixando “uma palavra a todos de compreensão”, por saber que está a ser pedido “um nível de sacrifício muito elevado”.

Segundo o primeiro-ministro, o caminho que o país tem que seguir “é de muito trabalho, de muito afinco” para que o país possa recuperar.

“Apelo a todas as pessoas para defenderem o país e menos paralisar o país ou tornar ainda mais difícil a nossa missão”, afirmou.

Passos Coelho considerou ainda “infelizes” as declarações de Otelo Saraiva de Carvalho, recusando, contudo, fazer qualquer comentário.

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